O dono da Uniban acaba de decidir pela revogação da expulsão de Geysi Arruda. Agora falta ela fotografar pra Playboy e deixar o pvo ver o que os alunos já viram. Viva
Ontem vi uma cena que achei interessante no Gugu. Colocaram o Mendigo e o Gluglu numa praia fazendo o mesmo quadro que era apresentado no Pânico na TV no mesmo instante. Parece que Gugu não desaprendeu apenas a apresentar programa, mas também aprendeu a copiar. Será que toda aquela turma da produção dele não tem criatividade pra fazer algo diferente ou até melhor que o Pânico? O problema da cópia é que geralmente é pior que o original. Às vezes muito pior, E no caso, isso aconteceu também.
Incrível pra muitos, o Pânico na TV , da RedeTV, deu 12 de Ibope, ficando em segundo lugar no confronto entre as emissoras. Abaixo dele vem o Gugu, da Record (muito diferente do que aquele Gugu do SBT), com 11 e logo juntinho, acreditem, vem Silvio com 11. Silvio aliás, estava todo contente com o resultado de ontem , e sorria hoje no SBT. Imaginem se Silvio resolvesse fazer seu programa de verdade, com Porta da Esperança, Boa Noite Cinderela e Show do Milhão? Nem a Globo seguraria.
Ontem, a euforia de Celso Portioli era enorme por conta de sua vitória contra a Globo e Record por muito tempo. Quem acompanhou o Ibope minuto a minuto, pode perceber a estratégia da direção do programa em manter no ar o Exaltassamba por um tempo enorme, que resultou em excelentes números.
Coincidência ou não, depois de várias derrotas no horário, o programa de Ana Hickmann aos domingos, Tudo é Possível, vai trocar de nome. Vai se chamar Ana Hickmann, o nome da apresentadora. Realmente, manter o nome antigo era incoerente, pois com o nome Tudo é Possível, parecia não ser possível ganhar da Globo e SBT. Parece que o pessoal da Record não percebeu que o problema do programa é a apresentadora. E ainda vão dar mais um programa pra ela, um reality de moda. Quem sabe pra isso ela sirva.
O Domigo Legal, do SBT, manteve a primeira colocação de Ibope empatando com a Globo. No mesmo período a Record ficou em segundo. Nos números consolidados a Globo e SBT deram 10 e Record 8. Boa disputa, mas com tendência cantada.
A Globo está preocupada com a audiência baixa de sua novela das oito, que começa às nove. E fica tentando achar os motivos de baixo Ibope. Não vai achar, porque o motivo não está dentro da casa. Mas ela se recusa a reconhecer o real motivo do tal Ibope. E o motivo está fora, no SBT. No mesmo horário, o SBT apresenta a série "Sobrenatural", que sucedeu série anterior no mesmo gênero. E o Ibope passa de dez, muitas vezes, onze. Quem escolheu esta série de sucesso foi a própria Daniela Beyruti, filha de Silvio, que está no comando da emissora. Pela pouca idade, eu diria que Daniela escolheu mais pelo feeling que pela experiência. Mas o importante é que acertou no fígado da Globo. E o feeling, ou o timing, é mais importante que a experiência. Portanto, a verdadeira culpada pelo baixo Ibope da novela da Globo é a diretora do SBT, Daniela Beyrute. Mas a Globo, com uma direção sem experiência nem feeling, jamais vai reconhecer isso.
Esta coluna entrou em contato com a TV Record, pra saber porque Vildomar Batista é diretor artístico, mas não manda no comitê artístico. Claro que não tivemos resposta. A pessoa que atendeu ao meu telefonema sabia a resposta, claro, pois sabe exatamente quem manda no tal comitê. Mas esta senhora preferiu anotar meu telefone dizendo que alguém entraria em contato comigo pra dar resposta. Então eu conto aos meus leitores que Vildomar Batista é o diretor artístico, mas não manda no comitê artístico, que é comandado por um homem de confiança de Edir Macedo e Honorilton Gonçalves, de nome Paulo Calil. Paulo era homem de confiança pessoal de Edir, quando foi escolhido, depois de fazer um curso de inglês, pra ser o responsável pelo departamento de cinema da emissora. Continuando a ser um homem da maior confiança de Edir, passou a ser também de Honorilton, e foi levado ao comando do tal comitê artístico. Se este comitê artístico fosse tão bom, a Record não teria perdido Ibope no último ano. E não permitiria determinados programas no ar sem criatividade ou direção adequada. Quanto ao Vildomar Batista, que tem o título de diretor artístico, pra que meu leitor possa entender melhor as coisas, é como se fosse a rainha da Inglaterra, que pode aparecer em fotos e até falar, mas não tem poder da caneta.
Tá certo que a expulsão da aluna da Uniban foi um absurdo e uma vergonha em matéria de educação. Inda mais com o texto que colocaram na mídia, dizendo que ela agrediu a dignidade acadêmica. Mas, e sempre tem um mas, ao ver tais fotos do vestido da moça, vimos que talvez faltou a ela uma orientação familiar. Aquele tipo de vestido, se é pra ir numa festa, então que falte às aulas na faculdade. Eu explicaria pra minha filha ou pra minha namorada que tal peça jamais foi feita pra ir à escola, pois literalmente mostra as calcinhas de quem o usa. E se fosse minha esposa, nem existiria tal peça no guarda-roupa.
Continua o número de 20, entre os 23, deputados estaduais que apoiam a candidatura de Aloysio Nunes Ferreira ao governo de São Paulo. Acreditam que quem quer que Serra apoie, será eleito ano que vem. Geraldo Alckmin se mostra irritado quando alguém fala disso pra ele. E acredita que reverte isso na convenção do partido. Eu também acredito em Papai Noel, de verdade.
Geraldo Alckmin, aquele que hoje é secretário de José Serra, tem feito declarações em diversos lugares por onde passa, dizendo ser favorável que o PSDB tenha definido seu candidato à Presidência até dezembro, o mesmo desejo de Aécio e contrário ao desejo de Serra. Geraldo deveria respeitar a hierarquia em público, mesmo que não a faça nos bastidores. Bastidores são bastidores, lá não existe regra. Mas em público, pra fazer isso, Geraldo deveria pedir demissão de seu cargo.
Um grupo de mulheres prepara hoje, na frente da Uniban, uma manifestação contra a expulsão da aluna Geisy, aquela da mini, ou microssaia. Ato acontece seis da tarde, e esperamos que tenha muita gente.
Fernando Capez, deputado tucano, apresenta hoje, em Sessão Solene da Assembleia Legislativa, o projeto do Código de Procedimentos Processuais de São Paulo. Capez acredita que o Código vá desafogar a Justiça. Nós também esperamos. Tomara que Capez esteja certo e tal se realize.
Muitos ex-funcionários da TV Cultura se espantaram quando souberam em bastidores, na sexta, que Alexandre Machado foi demitido de lá. Ele era tido como um homem de ligação com João Sayad. Ninguém, nem o Alexandre, esperava esta demissão, inda mais do jeito que aconteceu. Paulo Markun, ainda presidente da TV Cultura, mandou um assessor avisar Machado que ele estava fora do jogo. Alexandre Machado acreditava que numa conversa pessoal com Markun, a situação poderia ser revertida. Mas o que ele achava não se realizou.