Os cinco maiores ibopes da semana no SBT foram Chaves, Silvio Santos, Tela de Sucessos, Arnold e Esquadrão da Moda. Eliana, com aquele programinha repetitivo e sem criatividade, parece que cansou o público. O programa milionário de Justus, que nesta semana não teve futebol pra concorrer, continua dando 6. E perdendo pra TV Animal. Dizer que o SBT tem direção de programação é desqualificar a função.
O Rio está com uma situação de guerrilha urbana hoje de manhã, com quatro ônibus incendiados pelos bandidos e um helicóptero da polícia abatido a tiros e matando os policiais. A Globo não está nem aí com a situação. Será que a redução de custos da emissora inclui a incompetência jornalística pra sábado de manhã? Ou será que é porque o banditismo não tem patrocinador pra pagar a conta?. Enquanto isto, a Record dá show mostrando tudo.
Nos bastidores da política de São Paulo, cada dia mais os políticos comentam que SERRA deverá permanecer na disputa de São Paulo, deixando Aécio correr contra Ciro pela presidência.
O tal vale-cultura de 30 reais que o governo quer lançar, tem tudo pra virar moeda de troca no mercado paralelo. Não se cria o hábito pela compra de cultura com um valezinho, mas sim com educação de base. Este vale me passa mais uma impressão de demagogia eleitoral. Mas não deixa de ser engraçado ao se pensar nas pessoas tentando comprar cds piratas com o vale-cultura. O vale-cultura, lançado no governo Lula, de 30 reais, dá bem a medida que Lula dá ao setor. Muitos podem dizer que é melhor do que nada. Mas de que serve um tênis pra quem não faz caminhada , de que serve a carne pra quem é vegetariano e de que serve a cultura pra quem não tem a base da educação?
O ainda Ministro da Fazenda, o estranho Mantega, declarou que não vai prorrogar a isenção de IPI de produtos que foram beneficiados e que vão perder esse benefício em novembro. Se o Mantega falou, eu não teria tanta certeza em acreditar. Tem mais. As reduções nem são tão grandes assim. São mais psicológicas. Entre cinco a dez por cento, o que, diluído nas prestações, dá muito pouco. Mas o povo adora uma ilusão.
A situação foi mais do que ridícula. Ontem, no Senado da República do Brasil, um senador que já foi bom e agora não sabe mais o que fazer pra aparecer na televisão, atendeu a um pedido da apresentadora Sabrina Sato, da RedeTV, e passeou pelo Senado com uma cueca vermelha por cima da calça. A sequência vai ao ar no domingo durante o programa Pânico. A atitude de Suplicy, no Senado, é coisa de quem não tem mais nada o que fazer. Suplicy tem um passado de bom trabalho. Mas seu presente nos faz dar razão a Marta Suplicy por ter se separado dele. Não tenho a menor dúvida de que o programa da RedeTV vai dar índices de Ibope excelentes. Assim como dava Chacrinha jogando peixe pra platéia, ou Roberta Close na primeira vez que apareceu no programa Flávio Cavalcante ou mesmo um hermafrodita que foi apresentado no programa de Jacinto Figueira Júnior. Suplicy pode até continuar sendo bem votado. Mas, de verdade, era uma vez um dos maiores senadores do Brasil.
Neste sábado, às sete e meia da noite, a TV Brasil mostra mais um programa Paratodos, dirigido pela jornalista Márcia Dutra. O programa está amadurecendo aos poucos, o que é natural , mas já pode ser considerado destaque na emissora, pela qualidade de matérias apresentadas. Pra quem não gosta de novela, é uma boa alternativa, melhor que muita coisa que está no ar nesse horário.
Enganou-se quem pensava que Eike Batista queria mesmo Sergio Rosa sendo presidente da Vale. Quem pensava isso não percebeu que o objetivo de Eike, ao lançar o nome de Rosa, era exatamente tirá-lo do jogo. O verdadeiro nome só apareceria se Eike tivesse concretizado sua participação na Vale. Do que aparentemente ele desisitu. Eu escrevi a palavra aparentemente. Nunca soube de alguma desistência tão rápida de Eike num desejo seu.
Quando Quércia vendeu o Diário Popularpra família Marinho, o jornal estava lucrativo e com excelente índice de venda. E a família Marinho só se atreveu a fazer esta incursão em São Paulo depois da decadência financeira do jornal O Estado de São Paulo da família Mesquita. Os Marinho entraram em São Paulo quando os Mesquita já nem mandavam mais no Estadão. O que ninguém entendeu foi a administração nova dos Marinho sobre o Diário. Além da mudança do nome, mudaram a face do jornal e seu conteúdo. Ora, se era pra fazer isso, por que não criaram um novo jornal do zero? Então, com tantas mudanças no que estava dando certo, o jornal despencou na venda e se despersonalizou. Se um sujeito casa com uma morena e fica mandando ela tingir o cabelo sempre de loiro, então deveria ter se casado com uma loira. A família Marinho, sob o comando dos filhos do grande doutor Roberto, mostrou que não sabe administrar um jornal em São Paulo. Então, resolveram e conseguiram, num acordo, vender o Diário de São Paulo ao novo magnata das comunicações, J.Háwilla, que tem rede de jornais e de emissoras de televisão, retransmissoras da Globo. Ninguém fala em números. Mas ninguém vai me convencer que um homem com a competência empresarial de Háwilla vai colocar muito dinheiro bem vivo num negócio que está em franca decadência. Pode colocar um bom dinheiro futuro. Ali, no mínimo, o acordo foi de pagamento muito facilitado e condições especiais de parceria, como permutas bem interessantes pra divulgação do Diário na Globo, coisa que nem a família Marinho soube fazer. O futuro vai mostrar o quanto o Diário vai aparecer na Globo de São Paulo e na rede das emissoras no interior. Háwilla é um homem de grande cabeça, já ganhou e já perdeu muito dinheiro, e aprendeu a não perder mais. Começou literalmente do zero, misturando seu feeling de marketing e conhecimento na área de esportes. Hoje, no seu patamar, pode ser considerado um magnata das comunicações no padrão brasileiro de negócios. E o mercado espera que ele tenha o mesmo feeleing que teve pra criar seus inúmeros negócios, pra administrar o Diário de São Paulo. Não só o mercado, mas o público que gostava de comprar o jornal também. O Diário tem tudo pra ser o contraponto ao Estadão e Folha e ocupar o papel que um dia o Última Hora ocupou sob o comando de Giba Um. Boa sorte Háwilla e saiba que São Paulo saberá retribuir a atenção certa que você dará ao jornal.
Paulo de Tarso Venceslau, que participou do famoso sequestro do Embaixador americano no Brasil há 40 anos, conseguiu visto de entrada nos Estados Unidos. Isto não quer dizer que ele vá. Eu, se fosse ele, não iria. Lá não tem anistia. E ele pode até ser processado.
Os empresários das indústrias de geladeiras e fogões estão pedindo a Lula que mantenha a redução do IPI nesses produtos. Alegando situação de ajuda social ao povo, querem continuar vendendo como nunca fizeram antes. O mais engraçado é que o povo não percebeu que a redução do imposto é tão pequena que é até imperceptível pra quem paga a prazo. Mas a redução funciona psicologicamente na cabecinha das pessoas.
A atitude de Lula, mandando Mantega voltar atrás na sua declaração de que não pagou devolução do Imposto por não ter dinheiro no caixa, deixou Lula tão irritado que o diálogo entre os dois não poderia ser publicado. Lula não economizou em elogios pra Mantega. E pediu pra Palocci decidir se quer ou não o cargo, pra então procurar outra pessoa. Com Mantega, Lula não quer mais ficar. Mantega, na época de sua nomeação, foi uma indicação de Marta Suplicy.
O apoio dado oficialmente de Garotinho a Dilma, tem sido criticado por muitos que não gostam de Garotinho. Mas não podemos esquecer que em política, tem-se adversários que podem virar até aliados. Quem considerar adversário um inimigo, pode ficar na mão sem ninguém do lado.
A ideia dos seriados no horário das nove da noite, e que tanto sucesso estão fazendo no SBT, ao que consta teria sido ideia de Daniela Beyruti, a Diretora Geral do SBT. Então, cabe um elogio ao seu trabalho e ao seu acerto. Não sei o que a levou a colocar estes filmes de terror e suspense neste horário, mas deu certo, isto é que vale. Agora ela precisa continuar acertando, pois a sua programação é o dia todo e não apenas nove da noite.
No Rio, Silvio Santos ganhou de Gugu no Ibope. E a diferença foi grande, 14 a 10. E o Silvio nem está colocando no ar seus verdadeiros programas, que lhe deram fama e notoriedade. Parece que Gugu não aprendeu nada em trinta anos de SBT. Ou aprendeu muito pouco. Não estaria na hora de Daniela Beyruti dar a resposta a Homero Sales, diretor de Gugu, que depois do primeiro programa escreveu aquela bobagem contra Daniela?
Kassab declarou que vai aumentar o IPTU. Serra declarou que não acreditava que Kassab tivesse dito aquilo. Kassab mais uma vez voltou atrás e disse que vai aumentar o imposto parceladamente. Em quem vamos acreditar? Nos dois? Ou nenhum dos dois? Talvez já esteja na hora de Kassab voltar a ser deputado federal. Assim não teria que voltar tanto atrás em seus pronunciamentos.
Na TV Cultura, ao que parece, para alguns que até se postam como se fossem "donos" da Fundação Padre Anchieta, as coisas andam às mil maravilhas. Mas não se dá a mínima importância para o ombudsman que tem a obrigação de ver a programação, e vê, com os "olhos" do telespectador. Mesmo que os responsáveis pela programação e os que se acham "donos" da Fundação não queiram admitir, a realidade é outra. Os índices de audiência nos últimos três anos caíram, ou melhor, despencaram de todas as maneiras. Os novos programas vão do traço ao nada. O produto jornalístico que existia foi eliminado. E a observação do ombudsman publicada em sua coluna, no site da emissora, retrata o momento por que passa a fundação.
ARROGÂNCIA SUBSIDIADA Ernesto Rodrigues 13/10/2009 às 16h40
Os responsáveis pelo Móbile, como os de alguns outros programas da TV Cultura, jamais se sentiram, em mais de um ano de atuação deste ombudsman, inclinados a dar qualquer tipo de resposta aos comentários, análises e observações feitas aqui neste espaço. Nem que fosse para discordar, esclarecer, ensinar ou até desqualificar o que este ombudsman considerou importante e relevante, no interesse dos telespectadores da emissora. São o retrato da postura arrogante, elitista e excludente que sobrevive, intacta e subsidiada, nos corredores e em parte das salas da emissora. Não precisam prestar contas, aparentemente para ninguém, de sua audiência insípida. Desrespeitam não o eventual ocupante deste cargo que, independentemente de quem seja, é símbolo de democracia, transparência e do moderno exercício da cidadania. Desrespeitam, sim, o cidadão telespectador, contribuinte e eleitor que mantém, de forma compulsória, com os impostos que paga aos cofres do estado de São Paulo, os estúdios, os equipamentos, as torres de transmissão e a folha salarial dos funcionários anônimos que botam os programas no ar. O veterano Roda Viva não é como o novato Móbile. Já dialogou, concordou, discordou e deu satisfação aos telespectadores através deste ombudsman. Ainda assim, continua sem resposta uma pergunta feita num email do dia 5 de outubro pelo telespectador José Carlos Ferreira, após a entrevista com a governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius. Repito o email: “Acompanhei a entrevista de Yeda Crusius no Roda Viva hoje, pelo IPTV. Também votei na enquete do programa. Para minha surpresa, o resultado da enquete que, conforme o Heródoto informou ao final do penúltimo bloco, seria divulgado no final do programa, simplesmente não foi ao ar. Para dirimir minha dúvida, pois até então pensava que a informação teria sido fornecida, acompanhei novamente o Roda Viva pela TV Cultura. Constatei então que o resultado da enquete não foi divulgado mesmo.” Uma semana depois, esta coluna recebeu o seguinte email do telespectador Guilherme Xavier Sobrinho: "Vim parar nesta página quando buscava informações sobre a enquete do Roda Viva com Yeda Crusius. Para minha surpresa, o espaço do ombudsman menciona as reclamações de outros telespectadores a respeito da omissão dos resultados, mas não traz uma explicação ou resposta qualquer. É isso mesmo, ou eu não soube procurar? Agradeço a atenção!" Resta o Roda Viva decidir se confirma sua disposição de diálogo com o ombudsman ou se vai aderir à soberba subsidiada do Móbile e de outros programas da emissora.
A democrática CBF não credenciou sites da web que desejavam cobrir a seleção brasileira em Campo Grande. É a delicadeza e o reconhecimento de Ricardo Teixeira ao mais ágil meio de comunicação da história. E dizer que este senhor vai comandar a Copa de 2014.
Neste ano, os hotéis não estão lotados em São Paulo na época de Fórmula 1. Além de não ter uma final real com brasileiro, também este ano não tem Salão do Automóvel, muito mais atrativo ao público que a corrida. E o ingresso do Salão custa muito menos.
O milionário Alexandre Birman teve um objetivo e alcançou ou foi apenas coincidência? Ele estava namorando com uma modelo, ia se casar e rompeu o noivado às vésperas do casamento. Agora se casou com outra modelo. Deve ter sido apenas coincidência. Com certeza, metade dos homens do Brasil gostariam de estar no lugar dele. Mais ainda por sua grande fortuna.
O Planalto informa que Lulanão responde sobre a informação de que ele recebeu a restituição de seu imposto no lote numero um. Claro também está que ele não vai falar porque tem restituição se recebe altos ganhos e sem nehuma despesa.
Mantega só continua no Ministério da Fazenda porque Palocci não sabe se aceita ou não o cargo. Se aceita, não pode se candidatar de novo a deputado nem governador.
A edição de domingo do Vídeo News da Band não vai mais acontecer porque a Lorena Calábria não aceitou fazer, por não querer substituir a menina que faz durante a semana. A Lorena é a que dava 1 de Ibope no Dia Dia.
No final de 2007, comecinho de 2008, Silvio Santos pensou em contratar Datena e colocar no mesmo horário em que ele está na Band. No caso em questão, deixaria de existir o projeto do Aqui Agora, que entrou no ar em março de 2008. As conversas aconteceram e, ao final, foi Silvio quem deu pra trás, porque tinha que pagar uma multa de contrato que Datena tinha com a Record e uma multa pela saída da Band. E naquela época, Datena estava com um Ibope muito alto. Passa-se o tempo, e Datena tem um Ibope que está decrescendo. Agora, dois anos depois, Silvio volta a conversar com Datena e lhe oferece 800 mil mais o pagamento das multas que estão em muitos milhões de dólares. Estranho.
Zelaya já está deixando o Palácio do Planalto irritado. Parece, pelo que comentam, que Zelaya é o único que não quer fazer acordo. Nos bastidores comenta-se que até anistia já foi proposta pra que Zelaya volte ao cargo e renuncie ao mesmo tempo, abrindo caminho pra um novo presidente até as eleições. Mas ele não aceitou , o que foi considerado como má vontade da parte dele e como um abuso por estar acobertado na embaixada brasileira em Tegucigalpa. Micheletti, o interino, já está acomodado e viu que Zelaya late, mas não morde. E até acha bom que ele fique direto na embaixada brasileira, pois é um problema a menos pra ser resolvido. O atual governo de Honduras tem apenas uma preocupação de agora fazer com que a comunidade europeia entenda a situação e apoie as eleições deste ano.
A Band vai colocar no ar um programa de tribunal, debatendo pequenas causas e tentado resolver os problemas do povo. O primeiro programa do gênero foi feito na TV Record, no final dos anos sessenta, produzido e dirigido por Durval de Souza. O detalhe é que na época, o tal tribunal, com direito a juiz, advogados e juri, era feito por adolescentes que julgavam fatos de adultos. O jovem que fazia o papel de juiz era Sidney Magalhães, que depois virou cantor com nome de Sidney Magal.
Se Paulo Skaf sair mesmo candidato ao governo de São Paulo, pelo PSB, cabe sim uma investigação sobre o dinheiro gasto em publicidade da FIESP, tendo Skaf como garoto propaganda no horário nobre da Globo. E tem ainda a fortuna gasta com Duda Mendonça, que estaria fazendo um trabalho pra melhora da imagem do SESI ou SENAI. Isto é que é querer aparecer. E fazer trabalho pra melhorar a imagem de uma entidade que tem excelente conceito junto ao público é um pretexto estranho.
Assessores de Aécio Neves, de muitos níveis, tentam emplacar na mídia que o Palácio do Planalto não tem medo de enfrentar José Serra, mas tem medo de Aécio. Bobagem. Os petistas querem, sim, enfrentar Aécio, pois sabem que ele não tem alcance nacional, o contrário de Serra. Ciro Gomes se diverte com isso e não está preocupado que em muitos estados o PSB tenha problemas de alianças pra governo.
Cada vez mais Ciro Gomesfica dando risada quando sabe que alguma declaração sua irritou José Serra. Ciro está certo de que sua campanha pra presidência pode ser vitoriosa. Ciro nem quer saber de governo de São Paulo e aposta que o Serra vai desistir da eleição de presidente e tentar de novo o governo. Então se acha herdeiro desses votos, e não acha que Aécio tenha porte pra enfrentá-lo.
Não se assustem, o título não quer dizer que o programa Pânico vai pra Record, não. É que os bastidores da Record estão em pânico depois que Gugu deu um Ibope tão baixo neste domigo, com índices abaixo de dois dígitos em muitos momentos. Dizem que até vão construir um sub-solo nos estúdios da Record, pra segurar os índices que Gugu teria tido. Coisas de bastidores da TV.
Lula, pra quem não sabe, já recebeu sua restituição do imposto de renda, no lote primeiro que saiu. Fico me perguntando se ele tem dois salários, de aposentado e de presidente, e não tem nenhuma despesa que possa ser deduzida, pois tudo dele é pago pela Presidência. Que contador magnífico é este que faz com que Lula ainda tenha imposto a restituir. Será aquele seu famoso amigo presidente do SEBRAE que sempre cuidou das suas contas?
O Senado aprovou hoje o convite pra que Mantega, aquele que ainda é Ministro da Fazenda, vá informar porque está segurando a devolução do imposto do povo.
De pouco mais de R$ 15 milhões repassados em 2008 pelo INCRA em São Paulo, R$11,6 foram para a ONG FEPAG, A MESMA QUE RECEBEU OS 44 MILHÕES DO INCRA. Tem mais ainda. Em 2005, pegou R$35 milhões. E o Ministério ( ou Mistério) da Justiça não viu isso.
INCRA entrega a fortuna de R$ 44 milhões a ONG petista pró-MST
A ONG Fundação de Estudos e Pesquisas Agrícolas e Florestais, sediada na cidade de Botucatu, recebeu a fortuna de R$ 44 milhões das mãos do Incra, nos últimos três anos, pra “assistência técnica e capacitação de assentados em São Paulo”, ou seja, uma fortuna pra sustentar os invasores de bens patrimoniais, do MST. É uma vergonhosa ação entre gente que sabe o que não faz.
A Polícia Civil deve pedir a prisão dos que assaltaram as terras da Cutrale, sob pretexto de invasão de sem terra num ato qualificado pela lei de banditismo e formação de quadrilha. Resta saber se o juiz vai conceder tal ato. Os assaltantes, até pela função exercida, não têm residência fixa, depredaram patrimônio particular e ameaçaram a vida de colonos da fazenda. Alguém tem que dar um basta nisso. E temos que dar um jeito de botar fora o tal ministro de reforma agrária, diretamente ligado ao MST.
Uma amostra sobre o tal novo programa, feito por jovens, na TV Cultura, eis o que fala no site da Cultura o ombudsman da emissora fazendo uma comparação com o Nossa Língua apresentado por Pasquale Cipro Neto, jovem no espírito, e nem tanto na idade.
Vizinhança reveladora
Ernesto Rodrigues 06/10/2009 às 12h32
O fato de o Programa Novo e o Nossa Língua serem limítrofes, na grade de programação, no início de noite de segunda-feira, aliado à notória diferença de formato e linguagem dos dois programas, talvez seja uma boa oportunidade de avaliação do comportamento do público jovem nessa faixa de horário, independentemente do tamanho dos índices de audiência da emissora. Haveria fuga, espera, aumento ou perda de jovens nessa passagem de um programa para outro? A resposta, com toda a imprecisão e com os condicionantes inerentes à complexa tarefa de interpretar a vontade e o perfil dos telespectadores, seria muito útil para todos, incluindo os responsáveis pelos dois programas. Perto do formato propositalmente quase caótico do Programa Novo, o que representaria, principalmente para o público jovem, o Nossa Língua: mar sereno ou calmaria? Caretice ou clareza? Aula ou viagem? Ainda que pareça convencional quando entra no ar logo após um conteúdo como o Programa Novo, o Nossa Língua, como pode ser percebido nos episódios de sua nova fase, tem sido experiência genuína de televisão dedicada ao uso e ao prazer de usar o nosso idioma. Na edição de 5 de outubro do Nossa Língua, por exemplo, estavam lá, com a simpática ancoragem do professor Pasquale, a legendagem artística da voz de Carlos Drummond de Andrade em seu poema “Procura da poesia”, uma animação de dois poemas concretistas, a citação audiovisual de um show do cantor Lenine para ilustrar o uso da palavra paciência e, claro, a participação do simpático Felipe Reis em entrevistas – com os poetas Mariana Ianelli e Glauso Matoso – e no papel do apresentador Gélson Babosa, no ótimo “telejornal” que mergulhou nos significados de amor e sexo com a ajuda de Rita Lee, Roberto de Carvalho e Arnaldo Jabor.
Para a TV Cultura na era Paulo Markun, parece que a audiência é o que menos importa. Basta ver os índices que são baixíssimos. Os programas que dão boa audiência como o Senhor Brasil e Viola Minha Viola estão no ar por imposição dos patrocinadores porque havia um movimento de tirá-los do ar alegando que os apresentadores são velhos, ultrapassados e a TV tem que ter só jovens na sua apresentação, esquecendo esses "donos momentâneos" da Fundação que o jovem, o adolescente e a criança têm pai, mãe, tios, avós que, sem boa programação, acabam migrando para outros canais.
Na Cultura também a maioria das coisas são feitas em função da Web, da Internet. Até o Roda Viva, uma lenda na emissora, passou a ser gravado no final da tarde das segundas-feiras, por causa da Internet. E vai gravado no horário que era já conhecido, o de 22hs10. Hoje, na coluna Outro Canal, da Folha de S. Paulo, uma nota mandada pela assessora de imprensa da Fundação mostra certa "euforia" causada pela Internet.
Diz a nota que a atração interativa da Cultura, "Programa Novo", foi vista pela web em 32 países, com 65 mil acessos em setembro.
Ora, dividindo 65 mil por 20 dias, temos 3250 acessos por programa, com toda divulgação possível que se faz sobre tal programa. Temos que descontar então o percentual de pessoas que veem o programa fora do Brasil. Se a linguagem deste programa é a marca dos futuros jovens, os professores das escolas reais terão muito a ensinar.
Hoje, no portal da TV Cultura, um espectador do tal programa escreve uma mensagem, que está abaixo.
Oláa , Ese programa é demaaais amoo mt vçs !
12/10/2009 11h59m
Pois é, escreveram vçs, com ç. Este é o português divulgado pela TV Cultura?
A GLOBO tem duas situações para resolver este mês ainda. CARLOS MANGA, diretor de núcleo e MÁRIO LUCIO VAZ, ex-diretor de criação e agora consultor de dramaturgia têm seus contratos terminando em dezembro. Nenhum dos dois foi ainda procurado pra renovação de contrato pela direção geral.